Passo A Passo: Como Fazer Um Podcast

28 Mar 2019 15:15
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<h1>Visualize Essas sete Informa&ccedil;&otilde;es Para voc&ecirc; Se Sair Bem Nas Provas Da Universidade</h1>

<p>Rodrigo Cicchelli &eacute; compositor, flautista e professor de composi&ccedil;&atilde;o e mat&eacute;rias ligadas &agrave; m&uacute;sica e tecnologia pela Faculdade Federal do Rio de Janeiro. Cicchelli nasceu no Rio de Janeiro em 1966 e, formado em constitui&ccedil;&atilde;o musical pelo Instituto Villa-Lobos da UNIRIO, foi bem como aluno de C&eacute;sar Disputa-Peixe e Hans-Joachim Koellreutter.</p>

<p>Tua gera&ccedil;&atilde;o engloba m&uacute;sica eletroac&uacute;stica, m&uacute;sica mista, com instrumentos, voz e meios eletr&ocirc;nicos e pe&ccedil;as pra orquestra. H&aacute; pouco tempo, executa um estimulante servi&ccedil;o como produtor e apresentador do programa Eletroac&uacute;stica na R&aacute;dio MEC FM. Pesquisando tua obra percebe-se essa coisa envolvente das novas composi&ccedil;&otilde;es pra orquestra e grupos de c&acirc;mara. Entre “Esbo&ccedil;o de Psych&eacute;” ou “Seis estudos de allures” e as mais novas obras do ciclo “M&uacute;sica Noturna”, h&aacute; alguma conex&atilde;o de unidade? “Esbo&ccedil;o de Psych&eacute;” deu partida &agrave; constitui&ccedil;&atilde;o de um ciclo orquestral centrado em figuras mitol&oacute;gicas femininas - e tamb&eacute;m “Psych&eacute;”, h&aacute; assim como “Th&eacute;tis” (que retoma uma obra eletroac&uacute;stica antiga), “Eur&iacute;dice” e “&Eacute;co”.</p>

<p>Entre os mitos, as lembran&ccedil;as e “allures”, sua obra expressa em muitos termos uma n&atilde;o pequena inquieta&ccedil;&atilde;o com presente. Acho que a pergunta que se instaura a partir destas constata&ccedil;&otilde;es &eacute; o porqu&ecirc; disto se oferecer desta forma. Tenho estado mais aberto, depois do tal hiato composicional, &agrave; livre puls&atilde;o criativa, deixando meu inconsciente guiar-me sem as preocupa&ccedil;&otilde;es t&iacute;picas do vanguardismo.</p>

<p>Minha forma&ccedil;&atilde;o foi profundamente marcada por uma gera&ccedil;&atilde;o est&eacute;tica calcada na consci&ecirc;ncia de oposi&ccedil;&otilde;es (e supera&ccedil;&otilde;es) dial&eacute;ticas que seriam fruto de “necessidades” hist&oacute;ricas inescap&aacute;veis, como se a Hist&oacute;ria fosse uma velha senhora a quem dever&iacute;amos ser obedientes. Com minha experi&ecirc;ncia acumulada, esta vis&atilde;o ficou insustent&aacute;vel. E n&atilde;o h&aacute; sa&iacute;da para o artista fora de si mesmo - li&ccedil;&atilde;o que aprendi com Machado de Assis, com o Pestana de “Um Homem C&eacute;lebre”; e com Herman Hesse e o “deixar-se cair” do “Lobo da Estepe”.</p>

<p>Por esse significado, para mim como criador n&atilde;o h&aacute; mais Hist&oacute;ria, e, em vista disso, nem ao menos Passado e muito menos Futuro, somente um permanente Presente em que moldo (o compositor &eacute; um “filtro”) todas as minhas experi&ecirc;ncias musicais, est&eacute;ticas e pessoais. E no momento em que se est&aacute; menos orientado “de fora”, a come&ccedil;ar por concep&ccedil;&otilde;es dogm&aacute;ticas, e mais sens&iacute;vel ao que vem de dentro, melhor se estabelecem essas “teias de associa&ccedil;&otilde;es” ditas anteriormente, que a mim me surpreendem e encantam. A unidade seria desta forma uma esp&eacute;cie de coordenada complexa pra onde confluem as puls&otilde;es e experi&ecirc;ncias, filtradas por um eu n&atilde;o-rigoroso, mas fluido e sens&iacute;vel.</p>

<p>Quem sabe isso se relacione com a pergunta anterior, quem sabe n&atilde;o, no entanto h&aacute; um est&aacute;gio de sua gera&ccedil;&atilde;o que &eacute; inquietante. Como foi essa passagem dos seus estudos, quando voc&ecirc; foi de Briga-Peixe para Denis Smalley? Bem como esta passagem me inquieta, at&eacute; hoje! Contudo quando rememorei minha trajet&oacute;ria no Memorial exposto pela UFRJ como requisito &agrave; promo&ccedil;&atilde;o a professor titular daquela associa&ccedil;&atilde;o, claro ficou pra mim o percurso. H&aacute; uma ponte (ou mais de uma) entre Batalha-Peixe e Denis Smalley: Hans-Joachim Koellreutter e Vania Dantas Leite. Al&eacute;m da “obedi&ecirc;ncia” ao denominado como Reginaldo Carvalho: “&Eacute; preciso notar a m&uacute;sica do teu tempo para n&atilde;o ter que reconhec&ecirc;-la, amanh&atilde;, como m&uacute;sica do Passado”.</p>

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<p>Pra algu&eacute;m com a inquietude e o &iacute;mpeto dos 20 e poucos anos, que n&atilde;o queria estar fora da Hist&oacute;ria e, crendo que o Futuro estaria pela m&uacute;sica eletr&ocirc;nica, esse movimento foi “inevit&aacute;vel”. Como comentou acima, hoje tenho uma concep&ccedil;&atilde;o desigual, no entanto somos aquilo que vivemos e tudo o que vivi ajuda a moldar o que fa&ccedil;o hoje - seja uma obra mista, uma pe&ccedil;a de c&acirc;mara ou orquestral. Pesquisador Da Unicamp Comentou Sobre isto &aacute;gua Em Marte Em 2018 , o compositor eletroac&uacute;stico est&aacute; presente pela constitui&ccedil;&atilde;o de uma melodia, assim como o aluno de Batalha-Peixe a todo o momento esteve presente, mesmo na obra mais experimental que tenha produzido.</p>

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<p> A Jovem Universidade NOVA De Lisboa , o que o professor Carvalho comenta &eacute;, claro, uma extraordin&aacute;ria peti&ccedil;&atilde;o de come&ccedil;o ao servi&ccedil;o de percep&ccedil;&atilde;o e desbravamento da arte contempor&acirc;nea internacional. Guerra-Peixe e Koellreutter s&atilde;o figuras inescap&aacute;veis da hist&oacute;ria da m&uacute;sica de concerto brasileira. Uma dicotomia curiosa: com tal panorama ecl&eacute;tico, voc&ecirc; descobre poss&iacute;vel expressar de uma m&uacute;sica de concerto brasileira? Voc&ecirc; se considera um compositor “brasileiro”? Ultimamente, tenho tentado ser um compositor local - deveria dizer carioca? Cursos Online Sem qualquer custo Com Certificado Por voc&ecirc; Imprimir ?</p>

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